quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

SUPERAÇÃO. IMPRESSIONANTE!!!



Essa matéria saiu no portal G1...e foi uma das mais legais que eu ja ví. Isso sim é que é superar os limites. ESSA CACHORRINHA É SHOW!!!!

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Cadela de 2 patas vira exemplo e ajuda vítimas e veteranos de guerra nos EUA
Rejeitada pela mãe, Faith aprendeu a andar em duas patinhas.

Hoje, ela e a dona rodam os EUA tentando motivar as pessoas.
A cachorrinha Faith, que tem só duas patas, caminha em Nova York. Ela nasceu sem as patinhas dianteiras em 2002, em um abrigo de cães e foi rejeitada por sua mãe. Acabou sendo resgatada por Reuben Stringfellow, que então tinha 17 anos e passou a cuidar dela, com a ajuda de sua mãe, Jude Stringfellow. Faith aprendeu a andar só com as patinhas de trás, com muita habilidade.

Agora, ela roda os EUA ajudando as pessoas e foi nomeada sargenta honorária do Exército. Jude se tornou uma palestrante motivacional, escreveu dois livros e usa Faith como um exemplo 'canino' de superação. No ano que vem, eles devem se mudar para Chicago, Illinois onde Jude vai escrever um terceiro livro sobre as façanhas da cachorrinha. Entre as tarefas diárias de Faith, estão aparições públicas e visitas a hospitais de veteranos de guerra e de soldados feridos em combate. A cachorrinha também adora interagir com crianças, segundo sua dona. A missão com Faith tornou-se especiail para Jude, cujo filho serviu no Iraque e está atualmente em uma base militar no Alasca, onde deve ficar até o final do ano."

terça-feira, 8 de setembro de 2009

BLOG DO PLANALTO - por Tiago "Delega' Jucá "Mandachuva" Oliveira


# mandachuva #
Blog reflete o que é o atual governo
txt: Tiago Jucá Oliveira
O que esperar de um blog oficial do governo federal quando este não tem como característica ouvir os demais? Pois o blog do planalto não seria diferente do praticado na sapocracia. O canal, inaugurado há menos de uma semana, traz um detalhe incomum e raro na blogosfera mundial: não é permitido comentários do público leitor.
Este é o Brasil de Todos (sic). Foda-se a opinião do povo. Se até o Mercadante teve que ficar com os rabos entre as pernas e apoiar o Sarney, o que será nossa visão sobre o governinho Lula? Um presidente que escolheu sozinho quem será o seu sucessor no cargo. As tradicionais prévias do PT, caso tenha pra 2010, será um teatro montado pra iludir seus militantes, cada dia mais cegos e raivosos contra os "golpistas" (aqueles que tem opinião própria e criticam a corja Lula-Dilma-Sarney-Collor-Renan-Jucá-Zé Dirceu) de plantão.
Quando a tecnologia surge como uma ferramenta pra incluir o debate, Lula e seu ridículo blog fazem justamente o contrário. A nossa sorte é que eles deram um tiro no próprio pé ao licenciar em Creative Commons. Não demorou muito para que Daniela Silva e Pedro Markun criassem um clone do blog oficial pra copiar e colar todo o conteúdo.
A cada dia se perde mais a esperança neste governo. Ainda bem que não votei nisso!

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Você sabe como nasce um PARADIGMA??? - Esta foi postada pelo meu amigo Schardong.


Um grupo de cientistas colocou cinco macacos numa jaula. No centro dela puseram uma escada e, sobre esta, um cacho de bananas. Quando um macaco subia a escada para apanhar as bananas, os cientistas lançavam um jato de água fria nos que estavam no chão.

Depois de certo tempo, quando um macaco ia subir a escada, os outros o enchiam de pancadas.

Passado mais algum tempo, nenhum macaco subia mais a escada, apesar da tentação das bananas. Então, os cientistas substituíram um dos cinco macacos. A primeira coisa que ele fez foi subir a escada, dela sendo rapidamente retirado pelos outros, que o surraram. Depois de algumas surras, o novo integrante do grupo não mais subia a escada. Um segundo foi substituído, e o mesmo ocorreu, tendo o primeiro substituto participado, com entusiasmo, da surra ao novato.

Um terceiro foi trocado, e repetiu-se o fato. Um quarto e, finalmente, o último dos veteranos foi substituído.

Os cientistas ficaram, então, com um grupo de cinco macacos que, mesmo nunca tendo tomado um banho frio, continuavam batendo naquele que tentasse chegar às bananas. Se fosse possível perguntar a algum deles porque batiam em quem tentasse subir a escada, com certeza a resposta seria:

"Não sei, as coisas sempre foram assim por aqui..."

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Trampando feito lôko pra móde ganhá dindim...

Arre égua...aqui uma correria sem tamanho pro tamanho do dindim ser maior no finaldemês...a coisa nas últimas tá curtim curtim e a criançada lá em casa, bem como a dona patroa esperam por mais da conta de um algo maior...la ví sem trampo é uma ví danada mais de metro...o trampo dignifica e também faiz moiá a mão cos pila que se ganha...eu agora tô nessa: trabaiá pra enricá, mesmo que só o currículo, pois currículo rico faiz chovê mais que dança de índio véio...e a dona Kôkka Preta sócagano fora do pinico, cacildiz.

BLACK OR WHITE? GRAY

















# manda chuva #

Bye, Mike

txt: Tiago Jucá Oliveira

Eu era um piá de bosta e pela primeira vez pisava meus pés de patos em Sampa. Naquele fevereiro de 1984, eu mais meus pais e ermãos voltávamos da casa de minha vovó em Fortaleza, e fizemos uma escala de 10 dias que abalaram o meu mundo. Na capital bandeirante, fomos visitar meu tio Chico, antes de retornar a Sanch Fritz.

Leandro e Rogério, meus primos, só queriam saber de dançar break e de ouvir um tal de Michael Jackson. Eu, na época, morava numa colônia alemã, pra onde meu pai havia sido transferido, distante 500 milhas da capital petropolitana. Então imagine comigo: guri novo, residente numa pequeníssima cidade de maciça imigração germânica, na divisa com a Argentina, tri distante de Porto Alegre, longe demais das capitais. Haveria alguma hipótese de conhecer e gostar de Michael Jackson?

A princípio aquele som e aquela dança não me soaram tão bem, era macaquice de meus primos e seus amigos de rua. Bastou uma ida às regiões centrais de São Paulo para notar que a cidade era um verdadeiro thriller. Aos ouvidos e olhos quase só havia espaço praquela onda contagiante. Mike já era rei.

Sábado agora a MTV reprisou um especial sobre o astro produzido naquela mesma época pra emissora gringa. E nessas horas, a morte de Mike pelo menos tem uma curiosidade legal: a releitura da obra. E redescubro meus oito anos de idade, de olhos arregalados, perdido na grandeza duma megalópole que recém adotava uma nova trilha sonora.

O que dizer da trípice funkeira 'I Want You Back', 'ABC' e 'The Love You Save', dos tempos de Jackson Five? Desde menino, Mike já era fabuloso. O pequeno príncipe era um gênio em três aspectos: voz, dança e expressão. Diante dos holofotes, dançava e cantava sem nenhuma timidez.

Durante quase uma década, me distanciei de Mike. Nossa amizade foi refeita no dia em que vi numa loja um CD dele. Thriller. Como eu não poderia deixar de ter o álbum que mais de 100 milhões de personas do mundo inteiro tinham. Redescobrir "Billie Jean" e "Beat It" foi fundamental no meu DNA musical.

Há uma segunda separação de meus ouvidos com o jackson beat. O reencontro se dá quando viro músico e DJ. As duas músicas citadas no parágrafo acima entram definitivamente no meu set list pra nunca mais sair. Certa vez, numa festa, vem aquele estereótipo de menina hiponga reclamar pra mim: "tira isso e põe um Mutantes ou um Raul". Dei nos dedos: "a festa do PSOL não é aqui". Não sei o que é pior: o preconceito contra música pop universal (Madonna, New Order, Prince) ou contra música popular brasileira (Odair José, Wando, Wanderley Andrade, Calypso, Zezé di Camargo e Luciano).

E eis aqui eu, entre encontros e reencontros com o maior astro da música de todos os tempos. O cara que botou os Beatles no chinelo, nos mostrando o que é música de qualidade, e não ieieiê. Agora que ele se desencontra definitivamente do mundo, eu prometo que não o deixo de lado jamais.

Ouça nossa homenagem a Mike em O DILÚVIO Space Radio. Versões originais, versões inusitadas, dubs, instrumentais, mixadas e mashups. Seleção musical by DJ Basket Sound System.

sexta-feira, 22 de maio de 2009

= FOI TANTA ÁGUA QUE MEU BOI NADOU =

Sexta-feira, 22 de Maio de 2009

ÉGUAS PASSADAS NÃO MOVEM MOINHO

http://grafite-stencil.marcocarvalho.com/wp-content/uploads/2008/11/pistoleira-arte-urbana-grafite.jpg

# águas passadas #
A vida como ela Noé

txt: Arlei "Xuxu Beleza" Arnt
grfts: ?

Arlete era do tipo pistoleira. Bem munida de bundas e tetas, todo fim-de-semana lá ia a bichinha para o guerrear dos campos de batalha. No escurecer das horas, entón, Arlete parecia fêmea no cio. Dois dedos de prosa eram suficientes para deixar a sem-vergonhice da égua toda molhadinha. E foi numa noite de cantar sapos e cigarras que o Abelha veio a montar na potranca.

Abelha vivia no de picar gatinhas e galinhas, mas o cavalgar de égua ninguém desconfiava lá pelas cercanias do São José do Tibicuari. É verdade, e sejamos justos, não foi a língua da bocuda que deitou entre os dentes. A ferroada do Abelha fora visto por dois pares de olhos no esconder das moitas, a um peido de distância. De acordo com o cochichar da urubuzada bebe-fuma-joga-sinuca-fim-de-tarde do bar do Keko, Abelha tentou o melar de rabo de Arlete sem o conhecimento dela. A desgraçada, no coiçar pra trás, deu com as ferraduras nas pernas do infeliz. E no mancar da semana é que o mel azedou a reputação do Abelha. Diabo é isso, picar a égua no matagal nos costados do Pereira Coruja.

Dois dias depois do combate entre ferrão e ferradura, no cochilar da tarde, Arlete seguia rumo ao Tingueté a procura do único veterinário do lugarejo. Guariba guardava os comentários alheios na memória, ainda no frescor dos acontecimentos, porém nunca havia botado olhos nas farturas da égua guerreira. No baixar das vistas, examinou o rebolar dela e notou o sobe-e-desce suingado daquele traseiro bondoso. Mas no bem educar de berço, disfarçou a consulta com a receita dos remédios:
- Tome cá este chá e o relincho da senhorita volta ao compasso do troteado.

Foi no agasalhar da noite que Abelha foi tomar um tiquinho de confissão com o pároco. Dois terços depois do perdão, o abelhudo ficou zangado com o cantar das andorinhas ao seu respeito. Só uma cousa havia a fazer: o lavar de louça suja. Sem o colher de louros após os fatos, Abelha saiu no catar de pistas sobre os atentos olhos daquela maldita noite aluada. Somente a desfeita do boato poderia adocicar seu favo de mel.

Invernos se passaram, e no chorar recém nascido de uma tal éguinha Pocotó, Abelha teve o mais terrível pesadelo. A bichana dava coice que nem a mãe, e ainda parecia ter um ferrão na bunda tal qual o pai:
- No enrabichar das cachorras eu não cairia em tamanha cilada. Filha de uma égua!

http://grafite-stencil.marcocarvalho.com/wp-content/uploads/2008/10/pa070012.jpg